“Se os atores em um relacionamento não são capazes de observar os seus próprios sentimentos, vieses, distorções perceptivas e impulsos, não saberão discernir se suas ações e intervenções estão baseadas na percepção da realidade ou nas suas próprias necessidades de expressão e defesa”. Edgar Schein.
Fiquei pensando por um tempo nessa frase de Schein: como será possível perceber a realidade em momentos de crise, onde tudo e todos parecem distorcidos, cobertos por uma névoa, dirigidos por medos e insegurança? Quando os ânimos e os sentimentos mostram-se exaltados? Será que a crise revela mais as necessidades de defesa do que a realidade? O que se evidencia no "olho do furação"? As lutas reais ou o instinto de sobrevivência (vivido de maneiras tão distintas por cada um)?
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